quarta-feira, 21 de novembro de 2018

ESTAVAM COM FUZIL: Polícia Civil divulga detalhes de ação que acabou com armas, munições, drogas e três presos em Garanhuns e Caetés

Em uma coletiva realizada na manhã de ontem (20), na Chefia de Polícia Civil, na capital pernambucana, foram divulgados detalhes da ação policial que resultou na prisão de três pessoas sendo dois homens identificados como sendo Valdinez Santos Cunha e José Jhones, e uma mulher identificada como sendo Adja Clécia (esposa de José Jhones).
Na coletiva a Polícia repassou detalhes de como ocorreram as prisões. Tudo aconteceu após investigações feitas pela 22ª DPH que tentava cumprir Mandados em aberto da Operação Garanhuns Verde, deflagrada em outubro de 2017. O primeiro a ser preso foi Valdinez, que estava com documentos falsos, ele foi preso na Cohab 3, após uma perseguição e ainda ofereceu mais de 30 mil reais em forma de suborno. Ainda de acordo com a Polícia Civil, Valdinez indicou o local na zona rural de Caetés onde estava José Jhones e Adja Clécia, os quais também estavam foragidos.
Na residência foram localizas armas sendo pistolas 380 e um fuzil de uso exclusivo calibre 556, além de mais de 700 munições do mesmo calibre intactas e mais de 100 deflagradas. De acordo com o delegado que comandou a ação os elementos agiam em assaltos na região.
"Eles fazem parte de uma quadrilha que já estava estruturada na região. O que apuramos até agora é que eles efetuavam roubos com armamento bem pesado, abordando veículos e usando um equipamento eles faziam o bloqueio do sinal de GPS para evitar qualquer tipo de localização e pegavam a mercadoria e revendiam para comerciantes da localidade. Estamos investigando a participação de outros elementos e também as pessoas que compravam as cargas roubadas", disse o delegado Eric Costa (foto abaixo) na coletiva de imprensa.

Ainda de acordo com o delegado a quadrilha estava agindo em todo o Agreste e na divisa dos estados.

"O tempo de atuação dessa quadrilha nós são sabemos precisar. Tudo é objeto de investigação. Mas, a área, acreditamos que seja em todo o Agreste pernambucano e na divisa com o estado de Alagoas. Eles investiam com o roubo de cargas, tráfico de drogas, assaltos, em vários tipos de crime, é o que chamamos de (clínica geral)", pontuou o delegado.

Os presos foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção ativa, uso de documentos falsos, resistência, e encaminhados para o Sistema Prisional do Estado.

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