quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Três são presos, armas e droga apreendidos em ação da Polícia Civil, em Saloá

Na tarde da última terça-feira (27), policiais civis da Delegacia de Saloá, sob o comando do Delegado Alysson Câmara, em razão de denúncias recebidas, deflagraram uma operação visando coibir a posse ilícita de armas de fogo e drogas no município, deslocando-se primeiramente ao Sítio Pau Ferro, na residência do popular conhecido por Valmir. De acordo com a Polícia Civil, sobre o mesmo recaiam denúncias de que estaria mantendo ilegalmente em sua casa armas de fogo e drogas.

Os policiais se dirigiram à residência e ao ser indagado sobre o teor da denúncia, o proprietário identificado como sendo Valmir José de Barrros, agricultor de 44 anos, inicialmente negou que mantinha qualquer arma ou drogas em casa, mas após uma minuciosa revista no local, foi encontrado um revólver cal. 44, de uso restrito, que estava escondido numa das gavetas da cômoda no quarto do suspeito, oportunidade em que a arma municiada com 05 (cinco) cartuchos intactos foi apreendida pela equipe de policiais civis.

Na sequência, ainda durante as diligências em torno da denúncia de posse de armas e drogas, descobriu-se que quem possuía drogas na verdade era um irmão de Valmir, identificado como sendo Vademilson José de Barros, conhecido como Demir, agricultor, de 49 anos, o qual confessou ser usuário da erva popularmente conhecida por "maconha" há vários anos por problemas de saúde já que sofreria de dor nas articulações. Diante da narrativa, a equipe foi até sua residência, naquele mesmo sítio, onde encontrou aproximadamente 50 (cinquenta) gramas da erva desidratada pronta para consumo, composta por partes do caule, folhas e sementes.

Na mesma operação, os policiais se dirigiram ao Sítio Imbuzeiro, também em Saloá, na residência do popular conhecido como sendo Mané, sobre quem também recaíam denuncias de estar na posse ilícita de armas e drogas. Ao ser indagado sobre o teor da denúncia, o proprietário identificado como sendo Manoel Lourenço da Silva, agricultor, de 39 anos confirmou que mantinha em sua casa para sua defesa pessoal uma espingarda do tipo soca-soca e uma "garrafada" da erva popularmente conhecida como "maconha", material que foi localizado e apreendido pelos policiais.

Dando continuidade às diligências, a equipe se dirigiu a residência de outro popular conhecido como "Valmir da Casa de Farinha", posteriormente identificado como sendo Valmir Alves Coelho, agricultor, de 45 anos, o qual foi flagrado na posse ilícita de uma espingarda de fabricação artesanal do tipo soca-tempeiro carregada, que foi apreendida pelos investigadores.

Após receberem voz de prisão, os presos foram encaminhados à Delegacia local, onde Valmir José Barros foi autuado em flagrante delito por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito - crime inafiançável, razão pela qual foi apresentado na Audiência de Custódia em Garanhuns, sendo recolhido ao sistema prisional, já o seu irmão Valdemison,  responderá a Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de posse de substância entorpecente.

Já os demais presos Manoel Lourenço da Silva, e Valmir da Casa de Farinha, foram autuados em flagrante delito pelos crimes de posse irregular de arma de fogo de uso permitido, vindo a pagarem fiança e responderão aos processos em liberdade.

Participaram das prisões o delegado Alysson Câmara, os comissários Caio Afonso, Florisvaldo Marques, os agentes Renato, Anderson e a escrivã Yara.

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