sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Sivaldo Albino deve anunciar secretariado nesta segunda (28)

 Na próxima segunda-feira a população de Garanhuns vai conhecer a equipe de governo de Sivaldo Albino (PSB). A partir das 10h30, na AESGA, o prefeito eleito e diplomado, ao lado do vice, Pedro Veloso, vai anunciar os nomes do secretariado e dirigentes de autarquias.

Ao contrário de outros políticos, que logo em seguida à vitória saem divulgando os nomes dos auxiliares, o socialista optou pela discrição, não adiantou nomes para a imprensa e somente pessoas muito próximas dele devem saber quem vai comandar a educação, a saúde ou o setor de obras da prefeitura de Garanhuns, a partir de janeiro. 

Para não dizer que não antecipou nada, Sivaldo, depois de eleito, numa entrevista na Rádio Jornal confirmou dois secretários: Alexandre Marinho, advogado e seu chefe de gabinete do deputado na Assembleia Legislativa, e Ronaldo César, blogueiro e publicitário. Sivaldo tem 48 anos. 

Exerceu quatro mandatos de vereador no município, foi presidente da Câmara duas vezes, trabalhou como gerente da Casa Civil, no governo Paulo Câmara e em 2018 ficou como primeiro suplente de deputado estadual pelo PSB. 

Assumiu o mandato no início de 2019 e logo virou líder do seu partido na Alepe. Fez uma campanha com poucos recursos, mas criativa, desbancando o favoritismo de Silvino Duarte (PTB), que chegou a ser dado como eleito pela imprensa da capital. 

Sivaldo não é de muitas promessas, mas assumiu alguns compromissos na campanha: construir um hospital municipal em Garanhuns, instalar um teleférico da Colina do Monte Sinai para o relógio das flores, investir mais no setor turístico e na saúde. 

Já eleito, no dia da diplomação, o socialista disse que irá governar tendo o diálogo como prática política. Seis vereadores da coligação de Sivaldo Albino foram eleitos no dia 15 de novembro. 

Mas a princípio não terá problemas no Legislativo, pois quase todos eleitos no palanque de Silvino já debandaram para o seu lado. Jhony Albino, irmão do prefeito eleito, já tem maioria folgada para se eleger presidente da Câmara, sem que o futuro governante tivesse que interferir a seu favor.

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